segunda-feira, novembro 09, 2009

Um post Diferente...


E perguntam-se vocês... Porquê um post diferente, pois é minha gente, resolvi fechar este blog, pelo facto de toda a carga emocional que ele representa e por todas as cambalhotas que a vida dá ele ja estava a ficar carregadissimo e ja demorava muito a carregar as novas postagens. Mas desengane-se quem acreditava que com isto a veia artistica se ia desvanecer e não iriam existir mais poemas, agora a saga da poezia continua-se por outro blog...
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Angel of Darkness
6 de Fevereiro... 2007

Miss You

Angel of whispering soul
Why do your eyes look tired of crying
Why do they ask for sorrow
Why is that pain so real and why did it break my heart
I miss you my angel cause you've been torn to evil
You, my light
My soul
My guardian angel
You have left my soul and it faded into darkness
There's no place in heart to a falling angel
There's no place in heaven for a fallin heart
And in darkness hearts cry fearing an evil that torn them appart.

15/Set/2006

Dont you dare to make me cry

Take the darkness of my heart
Make it go and fade away
Let me forget for once
I've lost my silver wings
Let me forget for once
I've lost my glory
I'm falling into the shadows of resting evil
Falling in trough pain reborn by my fears
Take the darkness of my soul
that lingers in the eternal shadows
My heart will keep on crying Bleeding,
ripped by your hands
I'm the daughter of shadows
Asking for sorrow
Brilliant angel of light
Dont you dare to make me cry

11/Set/2006

terça-feira, novembro 14, 2006









Mnemosine Acordada


A harpa de Apolo
Fez Mnemosine acordar
Foi breve a melodia
Que a fez do seu sono despertar

Ainda reminiscente em seu sono
E na névoa escura que se abateu
Melancolia de tempos idos
Que o coração não esqueceu

E das vidas que em tempos foram
E dos amores que em vão se vão
Escuras paredes recordam
A tristeza de um coração

Oh musica se o vires não digas
Que ao ouvir-te um dia chorei
Por mais que a historia seja antiga
O meu erro só eu o sei

Tantas voltas dá a vida
Muitas mais dá o coração
Estou só, estou perdida
E perdi toda a razão

Nem Caliope salva
Este melancólico cantar
Sonho de tempos idos
De um coração relembrar

Esta é a alma triste
De quem chora sem querer
Quando a lembrança existe
E a musica a faz doer…

quinta-feira, outubro 12, 2006



















Um anjo que vela

Presente nas mais remotas
sombras da essência
Um anjo vela a alma perdida
Não sabendo da sua existência
A alma chora esquecida.

Os corais dormem na falésia
Cortejando o abismo reluzente
Gozam o malfadado fado
Da sofrida alma que sente.

E o anjo não se revela
E mantém-se da alma escondido
Sofre pela alma que pena
Uma réstia do sonho esquecido.

Mas a alma desconsolada
Pela dor do seu mal atroz
Cai nos braços, é embalada
Pelo anjo das sombras
Protector dos sós.

E a alma que morre lentamente
Em chamas se irromperá um dia
E a fénix que delas brota lentamente
Não lembrará certamente
O embalo do anjo que nas sombras vigia.

quarta-feira, setembro 20, 2006




















Tempestade

Tempestade
limpa a minha alma
e leva-o pra longe
leva-o para longe a ele
leva o ressentimento
leva tudo
e tudo recomeça…

Mas não nesta peça
nela não recomeça
não volta atrás a dor…
O tempo que foi curto
o sentimento imenso
e ele…
Cada vez que o penso
traços deixou de algo tenso
este sentimento pretenso
de algo semeado pela dor…

Mas não, não recomeça
malfadada a peça
que teima em amargurar…
E malfadados os que mentem
e amaldiçoados os que separam
e a brisa do ressentimento
em tempestade em mim deixaram…

domingo, julho 16, 2006


















Desilusão

Caís-te do pedestal, caís-te…
E o profundo abismo te espera
Tu que me desiludiste
Tu que foste tu
Falsa quimera
Já foste… e já não és…
Já nem eu sei o lugar que ocupas
Em que dimensão vivo eu?
Em que triste ilusão forrada a desculpas?
Alvo anjo de asas cortadas
Foi o demo que tas cortou
E tu encantado como estavas
Conta não davas do que ele levou
Fechei a tua recordação num escuro abismo
Para não doer a tua ausência
Agora que não te vejo
Magoa-me o fantasma da tua candura
Falta-me a luz da tua presença
Teu ser para onde foi alvo anjo?
Que ser imundo to levou?
E que ser austero foi este
Que teu lugar ocupou?
Tu que eras…
Tu que já não és…
Da Fénix dourada foste
Até as cinzas o vento levou…